segunda-feira, 29 de julho de 2019

PJ 2019 | IX ENCONTRÃO DA AMIZADE

IX Encontrão da Amizade da Forania N. Sr. da Conceição

 Eu encontrei AMOR e PAZ. Mil razões para sonhar. Eu Sou 🉑 e espalho a paz como um soldado do Senhor._ Aaahh Pastoral da Juventude 🤤 como é bom sonhar de novo, reacender a esperança de um mundo com rosto jovem. Poder contar com os amigos, abraçar os irmãos. Esquecer por um instante as cicatrizes de uma vida solitária das redes sociais e olhar face a face a mágica do abraço e sentir o valor de uma grande AMIZADE. 👥 Amigos de diferentes jeitos e trejeitos, de opiniões divergentes, atitudes elétricas ou pacíficas mas que olha para uma mesma direção e ver no horizonte a UTOPIA esperando pela força de um ser chamado JOVEM.  Obrigado Juventude pelo esforço, pela coragem, pelo empenho. Foi lindo vê-los animados, cantando e pulando, numa energia que faz brotar um sorriso contagiante na alma de uma grande família. _Vivenciamos o amor, celebramos a Amizade percorrendo um caminho de Igualdade._ ❤ PJ Godofredo Viana 🙋🏾‍♂🙋🏻👩🏾👨🏽 _presente!_
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quarta-feira, 17 de julho de 2019

BAIRRO DE FÁTIMA | Festa de São José 2019

Festa de São José 2019


Iniciado no dia 06 de julho, a Festa de São José terminou neste domingo, 14, com a Celebração da Missa presidida pelo padre Henrike Baltazar.
A procissão começou na igreja Matriz percorrendo a rua Teodorico C. de Andrade até a Capela São José em Bairro de Fátima.
Durante as 9 noites, várias comunidades, grupos e pastorais passaram por lá. Foram dias de trabalho que só foi possível pela graça de Deus e a doação dos irmãos e irmãs da comunidade.

Que São José possa abençoar cada um que ajudou nesta festa e também a sua família. 🙏
Obrigado a todos!! 👏👏👏👏👏👏👏
Festa realizada com sucesso ✅


📸Veja os cliques da festa no resumo fotográfico aqui.

terça-feira, 25 de junho de 2019

PEREGRINAÇÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ DE ESTANDARTE

PEREGRINAÇÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ DE ESTANDARTE


                       PROGRAMAÇÃO

Dia 25 de junho, às 18 horas:  Santa Missa presidida por Padre Alvelino da Silva Santos, com entronização da imagem no Santuário Basílica em Belém do Pará.

Dia 26 de junho: A imagem ficará em exposição na coluna do Santuário Basílica Nossa Senhora de Nazaré em Belém do Pará.

Dia 27 de junho, às 18 horas: Santa Missa presidida por Dom João na Basílica Santuário Nossa Senhora de Nazaré e envio da imagem de volta para peregrinação até Estandarte.

                   PEREGRINAÇÃO PELAS PARÓQUIAS

28 – 30.06. 2019: Boa Vista do Gurupi

05 – 07.07.2019: Junco do Maranhão

12 – 14.07.2019: Amapá do Maranhão

19 – 21.07.2019: Carutapera

26 – 28.07.2019: Luís Domingues

02 – 03.08.2019: Godofredo Viana

04.08.2019: Cândido Mendes

06.08.2019: Chegada da imagem de Nossa Senhora de Nazaré em Estandarte às 17 horas

06 – 14.08.2019: Novenário do Círio de Nossa Senhora de Nazaré em Estandarte

ENCERRAMENTO DO 1° SEMESTRE DA CATEQUESE.

Aconteceu neste último sábado, dia 22 de junho de 2019 o encerramento do 1° semestre da catequese em nossa paróquia  com muitas atividades, dinâmicas e oração. As catequistas celebraram junto aos catequizandos este período de atividades da pastoral da catequese Da iniciação à perseverança, o encontro aconteceu ao ar livre, contemplando assim a criação de Deus.
 Os encontros de catequese retornam no primeiro sábado do mês de agosto, dia 03, partir das 15h30min.


"A catequese tem sido uma experiência nova em nossas  vidas. Ela tem trazido ricos ensinamentos sobre tudo que diz respeito à Igreja e a Jesus Cristo. A cada novo encontro com a equipe de catequistas, com as crianças,  é uma nova descoberta, uma nova visão sobre o real significado da palavra "FÉ" , O amor que nós sentimos hoje em evangelizar, em contribuir com a educação religiosa, de fé dos nossos catequizandos não tem preço.  Essa nova catequese  catecuminal  vivenciada, nos leva a evangelizar de maneira mais  centralizada na pessoa de Jesus Cristo de forma diferenciada e vivida por cada um de nós  tendo como principal referência a palavra de Deus, e isso só nos  engrandece e nos  faz ter a  certeza q Eu e todas nós catequistas  ouvimos o chamado e que estamos  no caminho certo.
Dispomos de uma equipe maravilhosa de catequistas q buscam como objetivo levar os catequizandos a terem um encontro pessoal com Deus a cada sábado durante os nossos encontros. Temos  catequese nas nossas comunidades; Santo Antônio no Bairro da  aviação,  São Sebastião no Bairro do Alegre , S. José,  Bairro de Fátima,  S. Benedito_ Aurizonas , N.Sra. do Perpétuo Socorro Aurizonas, e com 6 turmas na igreja Matriz,  com elas temos duas turmas de Crisma, sendo preparada pelo Catequista Robson e o Padre Brito.
 Nossos Catequistas  estão sempre dispostos a ajudar em toda e qualquer  circunstâncias.... Tbm contamos com ajuda das irmãs Franciscanas,  o nosso Pároco, Pe. Brito, nosso orientador espiritual que está sempre a disposição para  qualquer dúvida.

 Terminamos esse semestre com a procissão corphus Christi, formação de uma turma de Eucaristia que vão ser instituídos como Coroinha em Setembro do corrente ano,  e para encerrar na matriz e nas outras comunidades fizemos um encontro ao ar  livre para fechar o semestre...
Enfim muitas coisas abençoadas vividas q só tenho a agradecer ao nosso  Senhor por tudo. Hoje eu tenho certeza que a catequese veio para consolidar a minha fé e a de todos que acreditam no pai que é filho e espírito santo,  aquele que nos  fortalece a cada dia. Desde já o nosso muito obrigada.!"

Ana Raphaella 
Coordenadora paroquial da pastoral da catequese.

#Resumo fotográfico


Catequizandos e catequista - comunidade de Santo Antônio. 






Catequistas























quinta-feira, 30 de maio de 2019

Cartaz do Círio 2019 traz os vitrais da Catedral de Belém em homenagem aos 300 anos da Diocese

900 mil exemplares começam a ser distribuídos aos fiéis e imagem deve passar a ilustrar as preparações para o Círio deste ano. Cartaz faz homanagem à Igreja Mãe


Foi apresentado nesta quinta-feira (30), o cartaz 2019 do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. A cerimônia reuniu milhares de pessoas na Praça Santuário, em Belém. Com fotografia de Tarso Sarraf, a peça foi inspirada no tema do Círio deste ano. “Maria, mãe da igreja” e faz uma homenagem à Igreja Mãe e retrata os vitrais da Catedral Metropolitana de Belém em alusão ao aniversário de 300 anos da Diocese da capital.
De acordo com a Diretoria do Círio de Nazaré a imagem lembra que "ao entrar num lugar sagrado os olhos procuram a luz, luz que brilha pela janela (vitral), ilumina, inspira e conta um pouco de história. História que é humana e divina ao mesmo tempo porque fala de um Deus que se fez homem e veio habitar entre nós, porém ele não desceu diretamente do céu, mas foi gerado pelo Espirito Santo no seio de uma mulher: a Virgem Maria".
Entre os elementos do cartaz estão detalhes arquitetônicos e também referências bíblicas como o ramo de oliveira e os pássaros. Já os lírios são uma homenagem, flores entregues à mãe da igreja reconhecida como "lírio mimoso" no Pará. Por fim, uma cruz lembra a fé e o amor de Jesus.
Os mais 900 mil exemplares, agora serão distribuídos entre os fiéis e estarão nas portas dos paraenses. O cartaz faz parte das celebrações em homenagem à Nossa Senhora desde 1826.
A cerimônia de apresentação de um dos símbolos da maior celebração da fé no Pará acontece após uma missa celebrada na Basílica de Nazaré pelo Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira.
A missa também foi marcada pela subida da imagem original de Nossa Senhora de Nazaré ao Glória, espaço onde ela fica ao longo do ano dentro da Basílica. A imagem original ficou por quatro dias mais perto dos fieis devido as comemorações do aniversário de elevação da Basílica à condição de Santuário Mariano.

Fonte: G1 PA -Belém 

quarta-feira, 8 de maio de 2019

57ª Assembleia Geral emitem “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”



O Episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP) emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.
O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pelos brasileiros como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.
A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.
Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.
Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Veja, abaixo, a mensagem na íntegra:
                                         MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO
“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)
Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.
“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)
Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).
“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).
Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.
A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.
A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.
O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).
A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.
Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.
A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.
As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.
“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)
O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.
As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).
A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.
Aparecida-SP,  7 de maio de 2019.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Como escolher padrinhos de batismo para os meus filhos?


O padrinho deve acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão

“O santo batismo é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamos-nos membros de Cristo, e somos incorporados à Igreja e feitos participantes da sua missão: o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra” (CIC § 1213).

Veja o quanto é importante esse sacramento! O batismo torna a pessoa filha de Deus, e ela passa a fazer parte da família de Jesus, que é a Igreja. O batizado se torna um membro ativo, uma testemunha que vive a missão de anunciar Cristo aos povos. Por isso, aqueles que serão escolhidos para acompanharem os batizados, precisam ter algumas características importantes. Não basta ser alguém conhecido, amigo, parente, rico ou “uma pessoa boa, que faz parte da minha história”, pode até trazer as caraterísticas citadas, entretanto, vejamos o que o Código de Direito Canônico diz:
Cân. 872 – Ao batizando, enquanto possível, seja dado um padrinho, a quem cabe acompanhar o batizando adulto na iniciação cristã e, junto com os pais, apresentar ao batismo o batizando criança. Cabe também a ele ajudar que o batizado leve uma vida de acordo com o batismo e cumpra com fidelidade as obrigações inerentes.
Cân. 873 – Admite-se apenas um padrinho ou uma madrinha, ou também um padrinho e uma madrinha.
Cân. 874 – Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que:

1º seja designado pelo próprio batizando, por seus pais ou por quem lhes faz as vezes, ou, na falta deles, pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo;
2º tenha completado dezesseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo bispo diocesano ou pareça ao pároco ou ministro que se deva admitir uma exceção por justa causa;
3º seja católico, confirmado (seja crismado), já tenha recebido o sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir;
4º não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;
5º não seja pai nem mãe do batizando;
6º quem é batizado e pertence a uma comunidade eclesial não-católica só seja admitido junto com o padrinho católico, e apenas como testemunha do batismo.

O cuidado na escolha dos padrinhos

O sacramento do batismo é tão importante, por isso exige um cuidado com aquele que vai apadrinhar o batizando. Costuma-se dizer que o padrinho ou a madrinha faz, muitas vezes, o “papel” do pai ou da mãe. O que esses fazem ou deveriam fazer? Educar o filho na fé católica, nos bons costumes, nos bons valores, deve educar para a responsabilidade e para a vida. Os padrinhos devem acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão, inúmeras vezes assumir a responsabilidade de pais ou auxiliar aos pais em suas faltas.

Como é sério ser padrinho ou madrinha, não é verdade? Conforme o ensinamento da Igreja, a pessoa precisa viver o batismo, ou seja, ser católica, ser crismada e ter uma vida de Comunhão Eucarística. Uma pessoa assim está, provavelmente, inserida na vida da igreja paroquial, vai à Missa aos domingos, busca confissão periódica, é uma pessoa que busca, a todo custo, a santidade. Essa pessoa é santa? Não! Mas se percebe nela a sede de ser santa.

Fonte: Canção Nova Formação